Gases Medicinais

Dimensionamento de Redes de Gases Medicinais: não basta escolher o diâmetro do tubo

O dimensionamento de gases medicinais depende de postos, demanda, simultaneidade, comprimento e perda de pressão. Veja a lógica de projeto.

Dimensionamento de rede de gases medicinais e ponto mais distante

O diâmetro é consequência da demanda

A NBR 12188 utiliza número de postos, vazões de projeto e fatores de simultaneidade para estabelecer a demanda da rede. Depois disso, o projetista verifica os trechos, perdas de pressão e condição disponível nos pontos de utilização.

Todos os postos não operam da mesma forma

Somar simplesmente a vazão máxima de todos os pontos pode superdimensionar a rede. Aplicar um fator de simultaneidade sem respeitar o tipo de área também pode subdimensioná-la. O critério precisa acompanhar a função do setor: UTI, Centro Cirúrgico, internação e outras áreas possuem perfis diferentes.

Alterações futuras precisam ser avaliadas

Adicionar novos pontos a uma rede existente aumenta a demanda e pode alterar o desempenho dos trechos antigos. Antes de ampliar, deve-se verificar central, tubulação e condições nos pontos mais críticos.

Nota técnica

As referências normativas devem ter vigência, edição, emendas e aplicabilidade confirmadas na data do projeto ou da avaliação. Este conteúdo é informativo e não substitui análise específica.

Referências principais

  • ABNT NBR 12188:2016
Conteúdo técnico institucional

DOS Engenharia

Conteúdo preparado pela equipe técnica da DOS Engenharia e organizado com base nas referências indicadas em cada artigo.

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